A minha opinião: Brilhante. Admirável Mundo Novo é uma referência no que diz respeito a distopias e, a meu ver, o seu lugar é merecido.
Classificação: 9/10 - Excelente
Sinopse: Neste livro de Hemingway, por muitos considerado a mais monumental, complexa e profundamente humana das suas obras, o leitor encontra não só um documentário imparcial de uma luta trágica que marcou um dos momentos de consciência do nosso tempo, mas, acima de tudo, quanto a Hemingway ao longo da sua obra tem sido mais caro: a piedade, o heroísmo, o amor das responsabilidades livremente assumidas e a sua paixão pela Espanha, de que tem sido um dos mais atentos intérpretes estrangeiros. Na sua linguagem simples e nua, não há situação difícil, sentimento delicado, assomo de coragem, caracterização típica, que não atinjam uma riqueza e uma compreensão humana das mais belas da literatura contemporânea. Moralista no mais alto sentido da palavra, artista consumado, repórter das mais subtis ou das mais violentas reacções humanas, Hemingway aqui patenteia essas qualidades que lhe mereceram a mais elevada consagração da literatura: o prémio Nobel.Tudo começa quando Mr.Earnshaw acolhe na sua casa um rapaz que encontrou em Liverpool. Este rapaz, Heathcliff, acaba por apaixonar-se por Catherine, a filha de Mr. Earnshaw. Mas esta não é simplesmente a história deles. É também a história daqueles que, de alguma forma, viram a sua vida mudada por causa da acção de Mr. Earnshaw, e muitos foram aqueles que sofreram pela mesma.
Este livro tem também uma particularidade muito interessante, que é o facto de transpor gerações. São retratadas três, a de Mr.Earnshaw, a da filha, Catherine Earnshaw e a da neta, Catherine Linton. Esta particularidade permite ao leitor ver o crescimento de cada personagem e perceber várias acções e características da mesma, além da influência que uma acção teve nas gerações futuras.
A minha edição era a original de Emily Brontë, no entanto incluía o prefácio da edição melhorada pela irmã, Charlotte Brontë. Esta edição melhorada consistia na correcção de erros de impressão da edição anterior, reorganização dos parágrafos, alteração da pontuação e às vezes do próprio texto. Pessoalmente, penso que se excedeu no último ponto. No que toca a pontuação e parágrafos, não achei, e apesar de não ser muito culta na área, que estivesse fora do normal, pois não foi uma leitura difícil nesse aspecto. No que tocou à escrita de Emily Brontë, gostei bastante, pois dava espaço para a imaginação ao mesmo tempo que descrevia bem os espaços.
Um excelente clássico da literatura, que aconselho vivamente a todos os que apreciam uma boa história.
Classificação: 9/10 - Excelente
Sinopse: Anne Elliot não é uma rapariga presunçosa, mas uma jovem fina e educada, com grande profundidade de sentimentos e uma inabalável integridade, que leva a uma vida curiosamente semelhante à Cinderela, com um pai ridículo e uma irmã autoritária. À medida que a história se desenrola, Anne consegue libertar-se da autoridade da família através de relações de amizade com mulheres de temperamento forte e consegue a realização pessoal neste romance em que os homens e as mulheres são apresentados de pé de igualdade sob o ponto de vista moral.Opinião: Jane Austen já me inspirava curiosidade há muito tempo e penso que este livro foi uma boa escolha.
Persuasão começa com o nobre Sir Walter Elliot, o pai de Anne, a tentar arranjar uma solução para as suas sérias dívidas. Após o conselho de outros, decide alugar a sua casa. Os inquilinos são o almirante Croft e a sua esposa, que era, nem mais nem menos irmã de Frederick Wentworth, o rapaz que pedira em casamento Anne Elliot havia 7 anos e que esta recusara por ser persuadida por Lady Russel. É a partir daqui que se desencadeia uma história na nobre e diplomata sociedade Inglesa do século XIX onde é muito fácil voltar atrás no tempo e aterrar numa sociedade onde o nascimento era, muitas vezes, mais valorizado do que a própria pessoa.
Uma das coisas que valorizo bastante quando leio clássicos é poder ver a própria mentalidade da época através deles, pois geralmente passam-se na época do autor. Gosto bastante do século XIX - e principalmente da nobreza, com as suas regras de etiqueta e o seu grande orgulho, que é ainda maior na família Elliot - e por isso mesmo gostei bastante de o ver bem representado, como aliás já estava à espera.
Gostei de ler a história, mas o início não me agarrou totalmente, ao passo que adorei o final, pela imprevisibilidade de algumas personagens e pelo final em si (quem não o adorou?).
Esqueci-me de dizer porque este livro me chamou a atenção. O título, Persuasão, não vos chama também? Como a capacidade de persuadir alguém é muito poderosa... Como às vezes é mau sermos persuadidos a fazer algo... Sim, Jane Austen soube dar um título que se adequa completamente a esta história, que por sinal, sem persuasão, não existiria ;) ...
Classificação: 7/10 (esta nota foi difícil de dar, é quase um 8, mas...) - Bom
Sinopse: Drácula, o sinistro conde da Transilvânia, só pode ser morto por uma estaca espetada em pleno coração. Até que alguém consiga fazê-lo, porém, continuará a alimentar-se do sangue de inocentes, e estes, tornados mortos-vivos,passarão também a sofrer da insaciável sede do sangue. Mas como se conseguirá preparar uma armadilha a um monstro com vastos poderes e com a sabedoria dos séculos?