domingo, 8 de maio de 2011

Brinquedos de Infância - Tertúlia Mimosa

Caríssimos leitores, durante estes dias vou estar a empacotar as coisas para mudar-me de casa. Não se assustem, não vou falar do maravilhoso que é mudar de casa- porque pelo menos até agora não tem sido, estou até com vontade de nunca mais comprar livros na vida - mas sim do maravilhoso que é recordar alguns momentos da infância.

No verão, a Notícias Magazine publicou um artigo sobre os brinquedos de eleição da infância de algumas personagens públicas. Duas delas, Isabel Alçada e Inês Pedrosa, escolheram pelo menos um livro. Isabel Alçada escolheu o primeiro livro que leu completo em francês, Le
s Malheurs De Sophie. No caso de Inês Pedrosa, a sua lista continha apenas livros.

Grande parte das coisas que estive a empacotar eram livros e é impossível, ao pegar nos muitos livros que fizeram parte da minha infância, não me sentar e recordar tantos momentos. E nesses momentos de nostalgia, percebi que tenho mais recordações dos livros de Anita e de fábulas do que bonecas e outros jogos.

Se tivesse de escolher um título para o meu brinquedo de infância, escolheria Anita vai à escola. Recebi-o de uma prima minha, uma edição já bastante antiga e desgastada quando mo leram pela primeira vez, mas ainda assim, um livro que rapidamente se tornou no meu preferido e que acabei por saber de memória. Foi debruçada sobre ele que aprendi a ler, juntando primeiro uma letra com outra, depois sílaba com sílaba até formar orgulhosamente uma palavra.

Claro que a partir do momento em que sabia ler, muitos livros se seguiram, mas este é aquele que recordo com mais carinho e que, caso tivesse de deixar todos os meus brinquedos de infância atrás, seria este o que eu levaria (ok, provavelmente também levaria um ursinho de peluche).


E vocês também têm um livro de infância que recordem com carinho especial?

1 comentário:

t i a g o disse...

Se fosse investigar ao meu armário de certeza que recordaria alguns títulos, mas na verdade eu era um leitor muito irregular até aos meus 10, 11 anos. Estimava alguns livros, mas eram mais no sentido de enciclopédias e livros de curiosidades. Mais desse género.

Boas leituras!